quarta-feira, 28 de agosto de 2013

Diário de viagem

 16/07/2013                   O Grande Dia

  Olá turma! Boa noite!

  Estou muito feliz,porque hoje vou fazer uma viagem com meus pais e minha irmã, para o sitio do meu avó e da minha avô, que chama Alvorada,que fica em Passa Tempo - MG, lá amanhã vou encontrar com a minha família materna.


  Vamos? Estão prontos para viagem?Agora já são 20:00, e partiremos com destino a Passa Tempo - MG. São 140 km, ou seja, aproximadamente duas horas.


  Na Serra da Igarapé, enfrentamos um intenso trânsito. Paramos na Paineiras da Serra em Itatiaiçu para comermos os deliciosos pastéis. Prosseguimos a viagem.Chegando em Carmópolis pegamos a rodovia Márcio Andrade (MG 270). Ai chegamos em Passa Tempo.


  Chegando lá, cumprimentei meus avós,e fui dormir.


  ATÉ AMANHÃ!!!

 17/07/2013                Um dia de diversão

  Acordei e fui direto tomar um café da manhã bem quentinho. Logo me arrumei, e fui para o centro da cidade para ver a saída da cavalgada dos cavaleiros e das amazonas para Rezende de Costa.

  Logo eu e meu primo fomos para o Poliesportivo, que é um clube, para jogarmos futebol, e brincar.


  Voltei para a Alvorada, almocei, e descansei, para recomeçar do zero. Fui novamente, para o Poliesportivo, e fiquei a tarde inteira. Sai de lá super exausta, co várias dores.


  Voltei para Alvorada, tomei um banho, fiquei super relaxada. Vi televisão, brinquei muito e agora vou dormir.


  BOA NOITE!!! Até amanhã!!!

 18/07/2013               Tchau! Tchau!!!

  Hoje acordei triste, pois hoje é meu ultimo dia aqui em Passa Tempo. Mais realizada.

  Agora ás 10:00, estou com minha mãe, procurando o lugar para o piquenique.


  Yes! Achei o lugar, mais é surpresa...


  Vamos almoçar? Estou com fome...


  Agora já são 16:00 horas do piquenique, huum...


  O lugar escolhido é um campinho!!! Bolo, pão de queijo, picolé, refrigerante, salgadinho, é uma só diversão.


  Futebol, queimada, pega-pega, é super legal. 


  BEIJOOOS, ATÉ A PRÓXIMA VIAGEM!!!





 

Relato de viagem

  No dia 16/07/2013, sai de Belo Horizonte com destino a Passa Tempo - MG. A viagem foi muito cansativa, pois na subida de Igarapé o transito estava intenso.

  A viajem durou duas horas. Chegando em Passa Tempo fui direto pro sítio do meu avó que se chama Alvorada.

  Muito animada, mas porem cansada. Fui logo dormir, pois sabia que as férias me esperava.

  Acordei, e logo fui tomar um café bem quentinho. Depois fui ver a saída da cavalgada dos cavaleiros e das amazonas para Rezende de Costa.

  Fui ao Poliesportivo brincar, fiquei lá o dia todo.

  Voltei e tomei banho e .... dormir.

  Hoje é meu ultimo dia.

  Vou fazer um piquenique com minha família.

  Bolo, suco, futebol, pão de queijo, refrigerante, pega - pega, picolé, salgadinho. Tudo de bom. Três horas de diversão.

  Mas que peninha, acabou a diversão, sem reclamação. Agora mas uma vez me despido, até a próxima emoção.



Exercício da página 134,número 9

                                                          As Formigas

  Quando minha prima e eu descemos do táxi, já era quase noite. Ficamos imoveis diante do novo sobrado de janelas ovais, iguais a dois olhos alegres.

  - É maravilhoso!

  Ela saiu correndo na direção da porta. Tivemos outra escolha melhor? Nenhuma pensão nas redondezas oferecia um preço melhor a duas ricas estudantes, com liberdade de usar o fogão,a dona nos avisara por telefone que podemos fazer refeições demoradas com a condição com condição de não provocar incêndio. Subimos a escada novinha, cheirando a rosas.

  - Pelo menos não vi sinal de barata. - disse minha prima

  A dona era nova, magra, de cabelos loiros. Vestia um lindo pijama de sedas japonesa e tinha unhas quadradas cobertas por esmalte vermelho - escuro.

Cástor Cartelle

  Nasceu na Galícia, Espanha e veio ao Brasil, mais especificamente Minas Gerais, em 1957.

  Licenciado em letras clássicas, filosofia e ciências naturais, é mestre em geociências e doutor em Morfologia, tendo dedicado uma parte significativa de sua vida ao ensino e à pesquisa paleontológica.
 

  Foi professor titular da UFMG ( Universidade Federal de Minas Gerais) e, hoje em dia , é professor da PUC-MG(Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais ) e curador da Coleção de Paleontologia do Museu de Ciências naturais desta universidade. 


  Além de numerosos trabalhos científicos publicados e programas de divulgação cientifica de radio e TV, preferiu grande número de palestras e cursos, relacionados à sua especialidade em diversas universidades e colégios.


  Tem-se empenhado no trabalho de defesa do meio ambiente, como membro do Conselho Estadual do Meio Ambiente do Estado de Minas Gerais, do Conselho da Fundação Zoobotânica de Belo Horizonte e da fundação Biodiversitas, da qual é, atualmente, presidente.

                                         

Giselda Laporta

Giselda Laporta Nicolelis

Giselda Laporta Nicolelis (São Paulo27 de outubro de 1938) é umaescritora brasileira de literatura infanto-juvenil.
Formou-se em Jornalismo pela Faculdade de Comunicação Social Cásper Líbero. Publicou sua primeira história em 1972 e o primeiro livro em 1974. Foi então que descobriu seu verdadeiro caminho: a literatura infantil e juvenil, crianças e adolescentes. Hoje sua obra abrange mais de cem títulos, entre livros infantis e juvenis, ficção, poesia e ensaio, publicados por dezenas de editoras, com centenas de edições, e milhões de exemplares vendidos.
Exerceu também o jornalismo, em publicação dirigida ao público infantil e juvenil, e trabalhou como coordenadora editorial, em duas coleções juvenis. Sócia-fundadora do Centro de Estudos de Literatura Infantil e Juvenil, cujo acervo se encontra atualmente na Universidade de São Paulo, da União Brasileira de Escritores, do Sindicato de Escritores do Estado de São Paulo e da Clearing House for Women Authors of America.
É mãe do cientista Miguel Nicolelis.

Obras

  • A esperança de Pedro
  • A força da vida
  • A mão tatuada
  • A menina de Arret
  • A menina que queria ser bruxa
  • A prefeitura é nossa
  • A sementeira
  • A serra dos homens formigas
  • A toca do Edu e a copa
  • A verdade de todos
  • A voz do silêncio
  • Amor não tem cor
  • Awankana : o segredo da múmia inca
  • Caminhando contra o vento
  • Como é duro ser diferente!
  • Da cor do azeviche
  • De passo em passo
  • De vez
  • De volta à vida
  • Domingo, dia de cachimbo
  • Espelho maldito
  • Esperando por você
  • Eu tropeço e não desisto
  • Gorda ou magra, abracadabra
  • História virada do avesso
  • Histórias verdadeiras
  • Lara meu amor
  • Macapacarana
  • Melhores dias virão
  • Mudando de casca
  • Na boléia de um caminhão
  • Não se esqueçam da rosa: bara o wasurenaide
  • No fundo dos teus olhos
  • Nos limites do sonho
  • Nuestra América
  • O brasão do lince dourado
  • O caminho de Ísis
  • O direito de viver : por que as pessoas (se) matam?
  • O estigma do sexo
  • O fantasma da torre
  • O fio da meada
  • O milagre de cada dia
  • O mistério mora ao lado
  • O portão do paraíso
  • O preço do sucesso
  • O resgate da esperança
  • O segredo da casa amarela
  • O sol da liberdade
  • O sol é testemunha
  • Onde mora o arco-íris?
  • Os guerreiros do tempo
  • Pântano sob o sol
  • Pássaro contra a vidraça
  • Ponte sobre o abismo
  • Por que não?
  • Portão do paraiso
  • Predadores da inocência
  • Quando canta o coração
  • Reféns no paraíso
  • Rumo à liberdade
  • Sempre haverá um amanhã
  • Seu rei mandou dizer
  • Só de Vez em quando...
  • Sonhar é possível?
  • Táli
  • Tudo vale a pena
  • Uivando pra lua : biografia autorizada de um cachorro
  • Um dia em tuas mãos
  • Um dono para Buscapé
  • Um sinal de esperança
  • Uma lição de bruxaria
  • Uma turma do barulho
  • Vale da vertentes
  • Viver é uma grande aventura
                                                 

Ruth Rocha

  Ruth Rocha é conhecida principalmente como uma autora de livros para crianças.Mas ela também sabe - e muito bem - falar a linguagem do jovens.

  Talvez tenha sido o sucesso que fazem suas histórias entre os pequenos que levou Ruth, em seus 40 anos de carreira, a dedicar-se principalmente às crianças.

  Mas restou ainda criatividade para dedicar ao público adolescente três livros da Série De Repente da Certo, agora reunidos na Biblioteca Ruth Rocha.

  São história escritas com aquele estilo sempre inteligente e sedutor, característico de Ruth.Mas seu talento se expressa principalmente na habilidade com que o narrador "veste a pele" de jovens,descrevendo suas dúvidas, relatando algumas das primeiras descobertas e fazendo refletir sobre o significado da existência.Tudo isso sem perder o pique e o humor.

  Vale a pena reler essas histórias e descobrir que, apesar de não abandonarem as referências à época em que foram escritas, ainda conseguem dialogar com os jovens.
   
                                    

sexta-feira, 28 de junho de 2013

Festa Junina

Arraia no Colégio São Paulo

No dia 08 de junho a equipe do
Colégio São Paulo fez das 10 às 
16 horas a tradicional Festa Junina.


A Festa Junina do Colégio São Paulo teve como tema “Forró Made in Brasil”, o colégio homenageou o artista plástico Romero Britto e as formas do arquiteto Oscar Niemayer.
Os alunos dançaram ao som de forrós,  xaxados, “tecnobrega”, sertanejos, ritmo quente,entre outros.
A festa estava muito bonita, enfeitada com trabalhos que os alunos fizeram fizeram baseados nas pinturas de Romero Britto e nas obras de Oscar Niemeyer. Com muita alegria, a festa estava recheada de  comidas típicas como, canjica, pipoca, caldo de feijão, macarrão na chapa, milho verde, cachorro quente, feijão tropeiro, churrasquinho e diversos doces.
Para divertir a todos, não podiam faltar as brincadeiras como pescaria, touro mecânico e muito mais. Na entrevista feita com a mãe de uma aluna, ela nos disse ter gostado muito das danças, dos enfeites e do tema abordado que enriquece a cultura de todos..
“A qualidade da comida não agradou muito”, disse ela. Em sua opinião o fluxo de pessoas em direção a área de apresentação das danças precisa ser melhorado, o espaço é muito difícil para das acesso ao mesmo tempo para quem entre e quem sai.
Segundo a entrevistada os eventos da escola são de grande  importância, pois assim acontece uma confraternização entre as famílias e a escola. É muito importante o convívio com a comunidade escolar, assim pode conhecer melhor seu filho enquanto ele se relaciona com a comunidade.

segunda-feira, 24 de junho de 2013

PROVÉRBIOS

1) Os incomodados que se retirem. 
2) Quem namora o rabo enrola.
3) Quem cochicha o rabo espicha. 
4) O culpado desocupado sempre procura um culpado para culpar.
5) Quem tem boca vai a Roma.
6) Tal pai, tal filho.
7) Uma mão lava a outra.
8) Filho de peixinho, peixinho é.
9) Antes tarde que nunca.
10) A união faz a força.
11) Cada macaco no seu galho.
12) Devagar se vai longe.
13) Xarope bem feito, nem sempre surge efeito.
14) Aqui se faz, aqui se paga.
15) De pensar morreu um burro.
16) A pressa é inimiga da perfeição.
17) Maior que a tristeza de não haver vencido é a vergonha de não ter lutado.

O culpado desocupado

 Havia um menino feio, alto, magro e desocupado, que se chamava Miguel.

 Um dia estava na escola.  A professora de português, mandou um para casa, para quem não tinha acabado em sala a atividade proposta. Seu amigo, que se chamava Joca, acabou tudo em sala, e mostrou para a professora dar o visto. Da sala toda Joca, foi o único aluno que acabou a atividade proposta.

 O sinal tocou. Joca virou para o Miguel e disse:

 - Miguel você que ir na minha casa hoje?

 Miguel empolgado responde:

 - Quero, sim Joca. Foi uma ótima ideia!  

 Chegando na casa de Joca, almoçaram e foram brincar. Depois de tanto brincar, Miguel pediu um copo de aguá para Joca.

  Aproveitando da situação, Miguel, pegou o caderno de português de Joca, para copiar o para casa que ele já tinha feito, em sala.

 No dia seguinte, a professora cobra o para casa, e todo mundo responde:

 - Sim, professora!

 A professora viu que Miguel não respondeu nada, e então ela pergunta a Miguel:

 - Miguel, por que você não fez o para casa?

 O Miguel reponde:

 - Professora eu não fiz o para casa, porque ontem, quando eu fui na casa do Joca, ele pegou meu caderno escondido e não me devolveu.

 Joca desesperado fala:

 - Professora é mentira, eu não fiz nada disso. Para descobrir peça a Miguel que abra a mochila dele, que eu abrirei a minha, pode ser?

 A professora disse:

 - É claro. Então abram suas mochilas.

 Os dois abriram. Mas para a surpresa de Joca o caderno dele não estava dentro da mochila. A professora, vai olhar a mochila de Miguel. Ela vê os dois caderno ali, o de Miguel e o de Joca. A professora muito brava, fala:

 - Vá para a diretoria, que agora você vai ter o castigo que você merece.

 Miguel teve o castigo que mereceu.


  "O CULPADO DESOCUPADO SEMPRE PROCURA UM CULPADO PARA CULPAR."   

segunda-feira, 17 de junho de 2013

Foguete perdido no ar

Em um livro,
é uma viagem,
é um foguete perdido no ar,
sem rumo onde parar,
"Vamos viajar!"

Festa

Em um livro,
é uma comemoração,
é uma festa,
sem comparação.

Cheio de alegria 
e harmonia,
mas quando acaba,
"Ah, que peninha!"

Navio pirata no mar

Em um livro,
é uma expedição,
é um navio pirata no mar 
sem comparação,
sempre há problemas
e resoluções.

Baú de feiticeiro

Em um livro,
é uma explosão,
é um baú de feiticeiro,
cheio de poção.

Um livro,
é cheio de magia,
sem comparação.

quinta-feira, 13 de junho de 2013

Visita ao Hospital Sarah Kubitschek – BH


 No dia 11 de Junho de 2013, ás 7h 50, os alunos do 6º e 7º anos, do Colégio São Paulo, com os professores: Eder, Glaucia, Irmã Priscila, Cristina e Vicente, foram a visita ao Hospital Sarah Kubitschek.
 Chegando no local da visita, receberam Regina, funcionaria do Hospital Sarah. Que explicou as regras e levou até o auditório.

No auditório, esperaram outro colégio chegar. Chegando, começou a palestra.

A palestrante chama Ana Paula, que mostrou como prevenir de acidentes de trânsito, queda, agressão por Arma de Fogo, acidente em prática de esporte, acidente por mergulho e outros. E apresentou vídeos de pacientes que foram atendidos pelo hospital.

 Saindo da palestra, os alunos receberam um lanche, para comer no ônibus.

Chegando na escola o Vicente, entregou três panfletos.

quarta-feira, 12 de junho de 2013

Minha cidada

 Moro na cidade chamada Belo Horizonte. Ela é cheia de praças, parques, clubs, ruas,      
casas, apatamentos maravilhosos.
  Mas uma coisa que vem precupando a maioria da papulação, é a poluição. E cada dia que passa há mais prédios, casas e comercios.

sexta-feira, 26 de abril de 2013

AZULEJO

As borboletas

Brancas
Azuis
Amarelas
E pretas
Brincam
Na luz
As belas
Borboletas.

Borboletas brancas
São alegres e francas.

Borboletas azuis
Gostam muito de luz.

As amarelinhas
São tão bonitinhas!

E as pretas, então...
Oh, que escuridão!


Circuito fechado

 Acordo, levanto, banho, água, sabonete, espuma, água, óleo, água, toalha, uniforme, tênis. Cadeira, mesa, mãe, leite, toddy, pão e queijo. Água, escova, pasta, dente, espuma, água, toalha, fio, dente, água. Perfume, desodorante. Mochila, porta, portão, carro, amiga, escola, sala, mochila, sinal, espanhol, lápis, caderno, livro, borracha, estojo, sinal, inglês, lápis, borracha, estojo, livro, caderno, sinal, escada, educação física, arquibancada, colegas, bola, arquibancada, sinal, recreio, fila, lanche, ficha, salgado, suco, escada, mesa, conversa, barulho, sinal, escada, sala, mochila, religião, lápis, caderno, estojo, livro, sinal, geografia, lápis, borracha, caderno, estojo, livro, mochila, material, garrafinha, sinal, correria, banheiro, escada, amigas, carro, pai, prima, amigas, casa , roupa, banheiro, água, sabonete, espuma, água, toalha, mesa, cadeira, comida, banheiro, água, escova, pasta, dente, espuma, água, toalha, fio, dente, água, toalha. Sofá, televisão, controle, quarto, mesa, material, dever, agenda, mochila, material, sala, mochila. Sofá, televisão, controle, mesa, cadeira, copo, prato, comida. Banheiro, água,  escova, pasta, dente, espuma, água, toalha, fio, dente, água, toalha. Sofá, televisão, controle. Irmã, varanda, bola. Banheiro, banho, água, shampoo, água, condicionador, sabonete, água, óleo, água, toalha, quarto, pijama, banheiro, toalha. Sala, sofá, televisão, controle, quarto, computador, facebook, sala, sofá, televisão, controle. Mesa, cadeira, copo, prato, colher, comida. Sala, televisão, controle, sofá, telefone, Ana Victoria. Banheiro, água,  escova, pasta, dente, espuma, água, toalha, fio, dente, água, toalha. Quarto, cama, e sono.

Carta

  Belo Horizonte, 15 de abril de 2013
  Querida prima Ana Clara,
 Hoje achei um motivo muito especial para mandar essa carta para você. Minha professora de português pediu para todos da minha sala ler um belíssimo livro e quero contar-lhe um dos contos.
 O livro "Para ler, ver e ouvir histórias indianas do Pantchatantra" de César Obeid é muito bom. Esse livro contém várias historias e de vários gêneros, como A tartaruga e os gansos - Embolada; A mulher que se casou com uma cobra - Internetês; O leão e o coelho - Peça teatral em um único ato; O ministro e o faxineiro - Roteiro de cinema; Os ratos e os elefantes - Rap; A mulher-rata - Entrevista; O macaco e o crocodilo - Literatura de cordel; O gênio e o tecelão - Quintilhas à moda limerique.
 A história que mais me encantou foi a que eu vou te contar que é A mulher-rata - Entrevista.

Luís Câmara Cascudo

  Luís da Câmara Cascudo nasceu em Natal dia 30 de dezembro de 1898.
  Foi um folclorista, historiador, antropólogo, advogado e jornalista brasileiro. Pertence a uma família rica potiguar, Câmara tornar-se talvez o mais importante pesquisador da etnografia e do folclore brasileiro.
  Exerceu várias profissões públicas, entre as quais professor, diretor de escola, secretário do Tribunal de Justiça e consultor jurítico do estado.
  Iniciou o curso de medicina, mas desistiu deste e acabou por se formar em direito na Faculdade do Recife.
  Em Natal  no dia 30 de julho de 1986,morre Câmara, com 87 anos.

                                      

Wagner Costa



  Wagner Costa nasceu em São Paulo, em 1950.

 É jornalista, e durante muito tempo atuou como repórter policial em grandes jornais diários de São Paulo. Atualmente, como escritor, percorre escolas em todo o Brasil, proferindo palestrar, conversando com  alunos e professores




                                                                       



A conquista de uma árvore frutifera

           
 Na Amazonas havia um grupo indígena chamado Yarê. O líder do grupo se chamava Yaramã, era uma tribo de nove a dez pessoas.

Toda época do mês de fevereiro e março chegavam portugueses que viajavam de um lugar para o outro. Eram inimigos pois eles passavam por lá para alimentar-se. Sabiam que essa era a época eram das colheita das frutas. Batalhavam por isso toda vez.

No dia 13 de março os portugueses chegaram e ai começaram, dessa vez, por uma disputa de território.

O líder do grupo de portugueses se chamava Rodrigo.

Todos que batalhavam das tribos morreram menos Yaramã e a mesma coisa aconteceu com seu adversário só Rodrigo sobreviveu.

Os dois continuaram a luta... até então Yaramã derruba Rodrigo no chão e com sua lança corta o pescoço de Rodrigo.

Yaramã saiu caminhando sozinho a procura de um lugar para viver, passou um tempo Yaramã se casou com uma linda moça Cristina, que havia conhecido na caminhada pela Amazonas, passou um tempo e tiveram uma linda e maravilhosa filha, que se chamava Taína.
  
E foram felizes para sempre!
                       
                                                                                             FIM
                                                           

quarta-feira, 24 de abril de 2013

Semana Literária

   Na semana literária participe da abertura, da confecção do boneco, em que meu pai e minha mãe me ajudaram a fazer, na confecção do azulejo, minha irmã me ajudou. Em inglês fiz com a Ana Victoria e Raíssa o monstro, e fiz os adjetivos do boneco em inglês. Contribui com os dois estandarte. Minha turma fez uma entrevista com o ator Leônidas Bragas do filme "Meu pé de laranja lima". Na gincana do estudante, vim caracterizada de relógio. Em espanhol fiz um cartaz sobre a poesia Borboletas de Vinicius de Morais, com a Carolina, Ana Victoria, Diogo e Guilherme.
  
   A abertura da semana literária, foi especialmente aos homenageados de Frankfurt.

   Na semana literária eu gostei de tudo, mas o que mais me chamou atenção foi a cinemação, os Casos da meia-noite, as intervenções em salas, e o teatro: Via sacra pelo sertão.

   Parabéns a todos os alunos do colégio São Paulo e aos professores que fizerem a feira fantástica.

segunda-feira, 8 de abril de 2013

Walnice Nogueira Galvão


  Walnice Nogueira Galvão e de uma família de leitores. Adquiriu muito cedo o habito da leitura. Conheceu a Biblioteca Mário de Andrade pela proximidade entre as duas instituições, mas foi durante   sua graduação em Letras na Universidade de São Paulo que mais a frequentou.

  É professora titular aposentada da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo na área de teoria literária comparada.

   Dedica-se ao estudo da obra de Guimarães Rosa e de Euclides da Cunha e à crítica da literatura e da cultura, com vários livros, artigos e ensaios publicados.

 


                                        

César Obeid


  César Obeid, nasceu na capital paulista em 1974. Foi premiado escritor, educador e contador de historias.

  César realiza palestras, oficinas, participa de seminários, encontros com leitores e mesas de debate por todo o país.

  Instituições como SESC, SESI, casas de cultura, bibliotecas, empresas, escolas,faculdades, sindicatos de professores, secretarias estaduais e municipais de cultura e educação e feiras do livro recebem seu trabalho.

  Frequentemente escreve matérias e artigos para jornais e revistas, como também participa de gravações de programas de televisão e rádio sobre leitura, literatura, poesia  e cultura popular.

  

  

  
   
  

  

  
  





 

Carlos Drummond de Andrade


  Carlos Drummond de Andrade, nasceu no dia 31 de outubro de 1902, em Itabira do Mato Dentro-MG. Era de uma família de fazendeiros em decadência. Estudou na cidade de Belo Horizonte e com os jesuítas no Colégio Anchieta de Nova Friburgo RJ, de onde foi expulso por "insubordinação mental". Voltou para Belo Horizonte, começou sua correira de escritor como colaborador de Diário de Minas.

  Formou-se em farmácia na cidade de Ouro Preto em 1925.Ingressou no serviço público e, em 1934, transferiu-se para o Rio de Janeiro, onde foi chefe de gabinete de Gustavo Capanema, ministro da Educação, até 1945. Passou depois a trabalhar no Serviço do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional e se aposentou em 1962. Desde 1954 colaborou como cronista no Correio da Manhã e, a partir do início de 1969, no Jornal do Brasil.


  Vem daí o rigor, que beira a obsessão. O poeta trabalha sobretudo com o tempo, em sua cintilação cotidiana e subjetiva, no que destila do corrosivo. Em Sentimento do mundo (1940), em José (1942) e sobretudo em A rosa do povo(1945), Drummond lançou-se ao encontro da história contemporânea e da experiência coletiva, participando, solidarizando-se social e politicamente, descobrindo na luta a explicitação de sua mais íntima apreensão para com a vida como um todo. A surpreendente sucessão de obras-primas, nesses livros, indica a plena maturidade do poeta, mantida sempre.


  Várias obras do poeta foram traduzidas para o espanhol, inglês, francês, italiano, alemão, sueco, tcheco e outras línguas. Drummond foi seguramente, por muitas décadas, o poeta mais influente da literatura brasileira em seu tempo, tendo também publicado diversos livros em prosa.


  Drummond morreu no Rio de Janeiro- RJ, no dia 17 de agosto de 1987, poucos dias após a morte de sua filha única.

  






Victor Hugo

                                                VICTOR HUGO

  Victor Hugo, nasceu no dia 26 de fevereiro de 1802, em Besançon na França. Era filho do Conde Joseph Léseph Sigisberto Hugo e Sophie Trebuchet. 

  Foi um poeta e escritor francês. Victor escreveu vários romances como "Os Miseráveis" e "O Homem que Ri", e as peças teatrais "Notre-Dame de Paris" e "Cantos do Crepúsculo", entre outras. Victor foi eleito para a Academia Francesa.

  Esteve na Espanha e na Itália, junto com a mãe e os irmãos Abel e Eugéne.

  Em 1819, recebeu o "Lirio de Ouro", premio máximo da Academia de Jogos Florais de Toulouse, por uma ordem ao restabelecer da estátua de Henrique IV, derrubada na Revolução. Victor junto com os irmãos, fundaram a revista "O Conservador Literário".

  Em 1822, casa com Adéle Foucher, amiga de infância e publica sua primeira antologia poética "Odes e Poesias Diversas".

  Em 1843, separou-se de Adéle e passa a viver com a atriz Jiliette Drouet.

  Em Paris é eleito deputado e se torna presidente da ala esquerda da Assembléia Nacional. Em 1876, é eleito Senador.

  Em 1883, morre Juliette Drouet

  Victor Hugo morre em Paris, no dia 22 de maio de 1885.